WhatsApp Invadido, Clonagem e Sequestro de Conta
Ter o WhatsApp invadido (seja por clonagem de chip, engenharia social ou falha de segurança) é uma violação brutal da sua privacidade. Pior do que perder o acesso, é saber que criminosos estão se passando por você para pedir dinheiro a pais, amigos e clientes. A responsabilidade por blindar seus dados é da plataforma e da operadora de telefonia. Se o sistema falhou, elas devem responder pelos danos.
Nossa atuação visa estancar o golpe e buscar a reparação integral:
Recuperação e Desconexão Imediata (Liminar): Muitas vezes, o hacker ativa a "Confirmação em Duas Etapas", impedindo que você reinstale o app. Atuamos com Pedido Liminar para obrigar o WhatsApp a devolver o controle da conta para você e derrubar a conexão do invasor imediatamente, interrompendo o ciclo de golpes.
Danos Morais (Pelo Constrangimento e Abalo à Imagem): A invasão gera um sofrimento que vai muito além do mero aborrecimento. Ter que explicar a centenas de contatos que você não é um criminoso, ou ver entes queridos perdendo dinheiro em seu nome, causa dor e vergonha.
Indenização: Processamos a plataforma (e a operadora, em caso de SIM Swap/Clonagem de Chip) para pagar uma indenização robusta pelos Danos Morais, punindo as empresas pela falha na segurança dos seus dados.
Lucros Cessantes (Para Contas Comerciais): Se o número sequestrado era usado para trabalho, o prejuízo é dobrado: além do risco de golpes, você parou de vender.
Como cobramos: Calculamos o faturamento médio diário da sua empresa e exigimos o pagamento dos Lucros Cessantes pelo período em que o hacker manteve sua "loja" fechada ou desviou sua clientela.
Blindagem Jurídica (Defesa contra Processos): É comum que as pessoas que transferiram dinheiro para o golpista tentem processar o dono do número para reaver os valores.
O que fazemos: Produzimos provas técnicas e documentais (Boletim de Ocorrência, registros de logs) para demonstrar que você foi vítima, e não autor do crime, protegendo seu patrimônio contra ações de terceiros.
Quebra de Sigilo e Rastreio: Solicitamos judicialmente os dados de conexão (IPs, Portas Lógicas e Geolocalização) utilizados pelo invasor. Isso serve tanto para subsidiar investigações policiais quanto para provar, no processo civil, que o acesso partiu de localidade estranha à sua rotina, confirmando a fraude.